Ele vive há décadas numa convivência obrigatória com o pai, uma pessoa que ocupa o espaço físico, mas não oferece troca, cuidado ou parceria. Não há violência explícita, mas há invasão constante de território emocional.
Ele não sofre por falta de capacidade, projetos ou disciplina — sofre por excesso de convivência sem vínculo, somado à ausência de amigos próximos e a um ambiente doméstico deteriorado.
O cansaço dele não é preguiça; é fadiga relacional crônica. A irritação não é pelo barulho, pela novela ou pelo hábito do outro — é por nunca conseguir desligar a sensação de estar preso num lugar que não escolheu e que não pode transformar.
Quando ele sai para estudar, viajar ou participar de eventos, melhora imediatamente, o que mostra que o problema não é interno: é contextual.
👉 “Ele não está infeliz consigo mesmo; está esgotado de viver sem espaço.”
Por ChatGPT.
¿Abraços!
