domingo, 14 de janeiro de 2024

#290 - Triste de mim, que não tenho sentimentos...

Triste de mim, que não tenho mais sentimentos... E é uma realidade, quando se trata de minha família e alguns "amigos". E daí vem a comprovação de que, jardim que não se rega, não floresce e morre. E não tenho outra justificativa para que todo o sentimento de carinho tenha se exaurido, senão a de que, "a terra não foi regada". 
Atualmente, moro com meu pai (que sempre foi ausente e indiferente a mim) e tenho uma irmã que vive em Portugal, mas que mesmo no Brasil, nunca teve a menor afinidade comigo, desde sempre.
Hoje, eu os "aturo", ainda que minha presença seja insignificante para eles e levo a vida só.
Quanto aos demais parentes, o sentimento é o mesmo, pois todos também se afastaram uns dos outros, ou seja, ninguém fala com ninguém, a não ser dentro de seus "clãs". Para mim, que nunca fui fã da solidão, é bastante triste não ter com quem compartilhar os bons e outros nem tão bons, momentos, mas (e com algum esforço), tentarei encontrar pessoas que queiram repartir o que todos temos de mais valioso e que não nos damos conta: o tempo e até mesmo, construir minha própria família.
Triste de mim, que não tenho sentimentos... triste de mim, que ainda ando só.
¿Abraços!

domingo, 31 de dezembro de 2023

#289 - Comemorar o quê?

Nem todo dia é dia de festa... e tem sido assim nos meus últimos anos. Enquanto trabalhava, ainda que não pudesse festejar em casa, seja aniversário ou datas como Natal e Ano Novo, tinham pessoas dispostas a compartilhar esses momentos comigo, mesmo que houvesse mais interesse na festa do que propriamente um sentimento de amizade.
Entretanto, essa realidade se tornou distante, em especial quando conheci o Thales. Acho que a última vez que tive uma comemoração de aniversário, foi quando ele ainda tinha algum sentimento por mim. Depois que fomos separados, parece que as pessoas também se afastaram, de sorte que o pior dos meus sonhos vem ocorrendo, ano após ano, que é o da solidão nos eventos festivos. Inclusive, nesse ano que termina, graças a "boa energia" que meu pai carrega consigo, nem a famosa Árvore de Natal, montei.
E mesmo sondando algumas pessoas, no Natal, o dia foi só de limpeza, assim como na véspera de Ano Novo, faxina essa que ainda não terminou, pois não tenho ajuda, a não ser que seja para sujar, desarrumar e desorganizar e nada mais. Aliás, o alcoolismo do meu pai, que acabou com a família duas vezes, tem me desgastado bastante e ninguém para ajudar a "dividir" esse "peso" comigo, nem mesmo suas irmãs.
E por mais que falem que "temos que gostar de nós mesmos", nada tem a ver com o estar sozinho.
Espero, mais uma vez, que 2024 seja um ano com mais amizades (de verdade) e menos solidão, pois é um sentimento que não desejo a ninguém.
¿Beijos!

domingo, 17 de dezembro de 2023

#288 - Saber nunca é demais!

O fato de "colecionar" uma quantidade considerável de certificados, não faz de mim a pessoa mais bem informada ou capaz, porém mostra o esforço que tenho feito para procurar ser um profissional melhor.
Desde que voltei a estudar, quando entrei no curso de técnico de Guia de Turismo, paralelamente, precisava fazer outros cursos para apresentar uma quantidade específica de horas complementares à instituição. Entretanto, por gostar de estudar, aproveitei a oportunidade para conhecer um pouco do vasto mundo do turismo e suas vertentes.
E é algo prazeroso e que me faz melhor, não por saber mais, mas por ter noção de onde encontrar um assunto específico e depois poder especializar-me. Desde meados de 2021, quando iniciei o curso de guia de turismo até o presente momento, foram mais de 55 cursos de durações que variam entre 3 e 160 horas ou mais, além de 62 palestras e afins (workshops, seminários, simpósios etc.) e tantas outras visitas técnicas e trades turísticos, que vão além das 40 incursões.
E não há nada de mal nisso! Apenas gosto de estudar, de estar nos lugares, de conhecer. O meu maior problema é encontrar alguém para dividir todo esse conhecimento. Já publiquei em posts anteriores sobre essa dificuldade e aí me lembro de um celebre ditado popular: "quanto mais você adquire conhecimento, mas se afasta das pessoas". E é verdade, mas como não sou o único a gostar do saber, espero encontrar em breve, alguém que goste tanto quanto eu, do conhecimento, para que possamos elaborar trabalhos juntos.
¿Beijos!