quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

#198 - Manifesto aos idiotas

Àqueles que por algum motivo me vêem como arrogante, peço minhas mais sinceras desculpas, mas nunca foi intenção minha querer passar essa imagem. Poucos me conhecem ao ponto de compreender minha forma de ser e expressar.
Digo isso porque alguém fez a observação (no meio de tantos elogios), de que eu passo uma imagem de arrogância e prepotência. E conversando com um amigo meu e analisando meu perfil de acordo com o Facebook, ele chegou a essa mesma conclusão pelo fato de eu demonstrar conhecimento que poucos ou ninguém se interessa..
Oras!
- O que eu posto no Facebook nada mais é do que a expressão daquilo que eu sinto e percebo, não constituindo aí a verdade absoluta, apenas uma opinião.
- Não tenho tempo nem interesse de saber da vida alheia, no entanto preocupo-me com o bem estar de meus amigos e disso, sempre vou querer estar ciente e estarei disposto a ajudar sempre que possível.
- O fato de eu gostar de coisas boas a as vezes caras, não quer dizer que eu não vá para lugares simples como o Complexo do Alemão ou visite amigos, estejam estes aonde for, seja lá qual for a situação financeira.
- Sou um eterno apaixonado e amante do conhecimento e muito me admira as pessoas que têm essa visão. Não me importa o nível intelectual que a pessoa esteja, pois vou desencarnar e não saberei de tudo, portanto, amos os que amam o conhecimento e principalmente compartilhar o mesmo.
- O fato de eu não gostar de funk, CQC, BBB e tantas outras porcarias que existem por aí, não me dá o direito de desrespeitar e excluir de meu circulo àqueles que curtem. Para mim, Chico Anysio foi um humorista ímpar e já dizia um ex-chefe meu: "gosto é que nem cu, cada um tem o seu".
- Não há ser igual nesse planeta (em termos de personalidade) e eu sou único, com minhas imperfeições e qualidades (ainda que poucas) mas busco da melhor forma estar em evolução.
Portanto, colegas reais ou virtuais, do Facebook, Orkut, LinkedIn etc., tento ser a melhor pessoa que posso e durmo todas as noites consciente de que não conseguirei agradar a todos e nem tenho essa pretenção, mas a de fazer o melhor para todo mundo, sempre.
Qualquer um de nós tem a liberdade de agir como bem quiser, desde que não atinja o próximo e assim eu penso e faço diariamente. Se alguém, alguma vez, sentiu-se ofendido com minhas atitudes, mais uma vez peço desculpas, convido humildemente para sentar comigo e conversar sobre e reitero a intenção de sempre agir em prol da comunidade e não de um grupo específico.
¿Abraços!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

#197 - O que você curte?


Desde o surgimento da internet (em 1955 e aperfeiçoada em 1973), o ser humano sempre teve necessidade de compartilhar algo de si para seus amigos, colegas etc.
E então surgiu o Classmates em 1995, AOL Messenger em 1997 (bate papo instantâneo), My Space e Linked In em 2003, o Orkut e o Facebook em 2004 e o Twitter em 2006. O Orkut virou febre entre milhares de pessoas até a evolução de seu principal concorrente, o Facebook. O certo é que as redes sociais evoluiram e deixaram de ser um "local privativo" para troca de informações entre amigos para se transformarem num verdadeiro "livro da vida", aonde internautas de todas as idades, e em todo mundo mostram suas personalidades através das comunidades e comentários expostos (aliás, comentários nem sempre dignos de serem publicados). E com base nessa informações, milhares de empresas utilizam as redes sociais para monitorarem seus candidatos, funcionários e até mesmo os concorrentes. E diante de tantas empresas associando seus sites às redes sociais, descobri um novo jeito de poder saber informações/ promoções delas além de um novo meio de contato. E se eu "curto" no Facebook, "sigo" uma comunidade no Orkut ou "sigo" no Twitter, é porque aprendi a usar de forma racional todas essas redes sociais como uma forma mais ágil e eficaz de comunicação com as empresas na qual tenho relacionamento. Relacionamentos estes que estão divididos em mais de 300 empresas no Facebook, 180 no Twitter, 80 no Orkut e algumas no LinkdIn. Aliás, com essa nova "onda" o Orkut acabou ganhando uma sobrevida, pois não são poucas as empresas que estão criando páginas nesta rede social para estar mais perto de seus clientes/ consumidores. E quanto aos "amigos", prefiro curti-los ao vivo ainda que não sejam os melhores. E você, o que curte?
¿Beijos!

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

#196 - Não, obrigado!


Já perceberam que a maior categoria de profissionais no Brasil, quiçá no mundo é de vendedores? E para conseguir um emprego nesse ramo, não precisa ter experiência, basta ser cara-de-pau e "ousado", alguns até chegando ao ponto da inconveniência.
Andar pelo SAARA, no Centro do Rio de Janeiro é uma Missão "quase impossível". A cada 2m ou menos somos abordados por vendedores que não deixam olhar nenhum produto em paz. E por telefone não é diferente... Basta que tenhamos um cadastro ativo na internet para o nosso nome circular por "um milhão e meio de mailings" que se transformam em "oportunidades" para que diversas empresas a usem para oferecerem seus produtos/ serviços, nos ligando incessantemente. Até então, nenhuma novidade, até porque ao contrário do que dizem, a prostituiução com certeza não é a profissão mais antiga, até porque até para se prostituir, algo tem que ser oferecido (o corpo, por exemplo) e o ato de vender está presente até aí.
Até então, as empresas precisam vender e muitas pessoas compram ou por necessidade ou por impulso e isso vale tanto para produtos quanto serviços. O grande problema é quando queremos nos desfazer do tal produto e/ou, pricipalmente, serviço. È quando você é convidado a ficar com outro produto de mesmo valor ou pegar um "vale" e no caso de serviços em que temos que usar o telefone, a situação ainda é pior: somos transferidos ao "setor responsável". E pode contar pelo menos 10 minutos para você tentar convencer a pessoa que quer te convencer a ficar com o serviço de que você não o deseja mais. Foi o que aconteceu comigo para cancelar o serviço da Globo.com. Assinei para terminar de ver a novela Avenida Brasil e Gabriela, mas atualmente (apesar de poder usar o serviço e assistir a Globo News), estou sem tempo para tal e não estou colhendo dinheiro no pé para bancar o serviço sem usá-lo. Para tal, usei um argumento que seria fácil de despistar qualquer outro contra-argumento: "Bom Dia! Quero cancelar meu serviço por estar desempregado e sem condições de pagar a assinatura para os próximos meses". E eis a contra-resposta: "Senhor, sendo nosso cliente tem descontos para compras em vários estabelecimentos associados". Porra! Se eu comento que não tenho dinheiro para pagar uma assinatura, que dirá fazer compras com desconto!?... Pois é! Suporte quem quiser.
¿Abraços!