domingo, 13 de maio de 2018

#239 - Por favor, me deixe partir...

Acho muito legal as campanhas, que de época em época, lançam na internet, nas redes sociais e que logo se espalham pelos mensageiros instantâneos. Como as pessoas são solidárias, nessa hora, pedindo para dar "Like" ou compartilhar aquela imagem de alguém no auge do desespero e com isso, todos estão salvos. Por favor... são mensagens que circulam pela internet sem origem, sem data e muito menos com destino. E nisso vão conquistando vários corações "solidários" que clicam em "Like", retransmitem pelo WhatsApp, Messenger etc., sem sequer buscarem a origem, enchendo a memória do celular alheio e o saco daqueles que o têm. Esse é o grande mal da internet... as pessoas assumiram o lado mais preguiçoso de si e acham que milagres do clique existem, que pessoas serão salvas de uma doença grave ou que o mundo será menos perigoso com mensagens de solidariedade. Não quero dizer que mensagens positivas não sejam uteis, mas o mais importante é "pegar na massa" e fazer acontecer. Quer ajudar, seja, esteja e pratique ao vivo e a cores, porque virtualmente são poucas as alternativas que ajudam o próximo.
¿Beijos!

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

#238 - Pois não? Obrigado!

A maior parte do povo brasileiro é de memória curta e inconsequente... reclamam do desemprego, mas assim que conseguem uma vaga de trabalho, não fazem o menor esforço para manter-se, crescer ou então deixar sua "melhor" marca, quando se trata de cordialidade, bom atendimento e qualidade ao atender um cliente. Infelizmente, muitos trabalham com "má vontade", reclamando da vida (quando estão numa situação melhor que muita gente) e esquecem que também são consumidores. O pior ainda é quando o cliente tem que repetir a solicitação por mais de uma vez, pois o atendente não está nem aí para o cliente. Digo isso porque sou cliente e atendente. Trabalho nas duas pontas e vejo com tristeza a maneira como sou tratado. Ao fazer uma solicitação, não é raro eu ter que repetir pelo menos uma vez o que eu quero. Ao entrar num ônibus e cumprimentar o motorista, o tratamento que recebo, na maioria das vezes e quando no veículo há a figura do "cobrador", é a cara virada. Outro fator que ajuda a maximizar a falta de boa vontade dos atendentes para com os consumidores é o aplicativo WhatsApp e Facebook. Ou seja, as pessoas querem receber, mas não querem fazer esforço por onde e depois ainda reclamam de serviços "porcos" que elas mesmos entregam. Por favor, vamos nos pôr mais no lugar do próximo e fazer um bom trabalho, em prol de todos.
¿Abraços!

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

#237 - Não quero te perder...

Era para ser o último post de 2017, mas a quantidade de afazeres é tanta que acabei esquecendo até do essencial... A começar pela história do "Fusca Azul", cuja lenda diz que tudo começou em 1920 quando Henry Ford ficou bravo após observar, junto ao seu staff, que a cor de um novo lote de carros não era o tradicional preto. Seu funcionário, responsável pela pintura, havia errado na mão de tinta e exagerando no ciano, o que deixou os veículos azuis escuro, fazendo com que o Ford desferisse um tabefe no funcionário. E a Volkswagen usou essa história para divulgar a venda do carro que estava sendo lançado na década de 60, brincadeira que vinga até os dias atuais, quando uma pessoa dá um tabefe no braço de outra, ao avistar um Fusca Azul.
E comigo a história não foi diferente, quando conheci uma pessoa muito especial, numa proposta que mudaria nossas vidas no ramo profissional. E para tal, precisaríamos nos conhecer melhor e foi o início de um sentimento jamais sentido por nós. Foram inúmeras declarações de forma "indireta" e desde então percebi que estava diante da pessoa que mudaria minha vida para sempre. E foi na brincadeira do Fusca Azul que ficou registrado o sentimento que ele tinha por mim, quando só depois de muito tempo fiquei sabendo do que se tratava (depois de muitos hematomas). E desde então, passei a enxergar o Fusca Azul em suas diversas variáveis (tom de cor e modelos) em tudo quanto é lugar e hora, exceto na vez em que outro alguém esteve entre nós e ele esqueceu de mim por um breve período. Nunca se tratou de eu procurar por um Fusca Azul, pois todas as poucas tentativas foram em vão. E todos os dias (como se fosse um sinal divino), em todos os lugares e a qualquer hora eu o vejo, lembro do lindo sorriso que me encantou e de tudo que foi dito um para o outro, mas que por maldade das pessoas, inclusive de nossas mães, nos afastaram, adiando assim nossos projetos profissionais. Não há como negar a falta que ele me faz, a saudade que eu sinto dele e principalmente, o amor que tenho por ele, mesmo depois de tudo que ele fez contra mim. Dizem que devemos ter amor próprio e eu o tenho, mas não nego que o que sinto por ele é real, verdadeiro, honesto, sincero e o mais importante, puro. Todo esse tempo sem ele do meu lado, nossos projetos deixados de lado, não me fizeram esquecer, o que aumentou meu sofrimento consideravelmente, mas como dizem: "o tempo é o Senhor de tudo". E eu creio plenamente, haja vista que a preocupação de estar sentindo ou fazendo algo errado já foi questionado, com a negativa para ambas as perguntas. Que todos tenham um Fusca Azul só seu e que o ano que começa seja de Conquistas do Bem contra o Mal.
¿Beijos!