terça-feira, 31 de outubro de 2017

#236 - I Love You Forever

Rio de Janeiro - 28/10/2013 - Segunda-feira
Apesar de já nos conhecermos (vagamente), foi a nesse dia que saímos pela primeira vez. Diante de muitas risadas e troca de ideias, percebi durante nossa conversa, troca de olhares e sorrisos que havia algo maior do que uma simples amizade nascendo ali... Não sabia decifrar, mas fui descobrir mais adiante que estava perdidamente apaixonado como nunca estive antes. E o melhor... esse sentimento estava sendo recíproco porém havia um detalhe, já dito pela medicina: "o corpo fala", mas o meu BERRA!
Brincadeiras à parte, ficou bastante perceptível a nossa empatia o que gerou incômodo para muita gente, tanto do meu quanto do lado dele. E esse incômodo trouxe consequências quase nefastas, haja vista que fomos "afastados" por uso de magia (dos dois lados) o que me deixou extremamente abalado. E foram muitas idas e vindas em busca pela verdade e a renovação de fé pelo certo e na abominação ao uso de meios explícitos para atingir seja lá o objetivo que for.
Pensei estar passando por um processo de obsessão, loucura, possessão etc., aonde busquei informações a respeito. "Nada disso", disseram-me. Sempre foi AMOR mesmo, nunca houve mentiras e traições (exceto se visto pelo lado racional) e a certeza de que fomos "afastados" um do outro e que esse sentimento vem de outras vidas foi o que me fez acreditar no nosso reencontro, ainda que com o coração partido.
E já se passaram 1464 dias desde o nosso primeiro encontro e 183 dias sem vê-lo, sem ter de volta o sorriso mais lindo que já presenciei e o abraço mais gostoso já sentido. Mas a fé em nossos sonhos e projetos ainda não foi abalada e acredito que os piores momentos já se passaram, se bem que não há momento bom longe dele.
E seja lá qual for a decisão dele, poderei manter-me ou sair de cena, mas o amor que sinto, este será sempre eterno, 
¿Beijos!

quarta-feira, 24 de maio de 2017

#235 - Malditos ou Inocentes

Fico me questionando sobre os desígnios de Deus, a interferência externa e até que ponto isso é "saudável" tendo em vista que alterar um destino "traçado" pode trazer consequências por vezes funestas, se não houver muito equilíbrio e discernimento. 
Foi o que aconteceu comigo, quando naquela noite de verão, minha intuição falou mais alto e numa busca incansável de informações descobri algo que foi um verdadeiro choque para mim, mas que só algum tempo depois compreendi tratar-se de pura ignorância, mas que ainda assim trouxe consequências nada agradáveis e que tento compreender até hoje, apesar de ter perdoado o autor antes mesmo do trágico destino em que todos nós estamos fadados.
Desde que me conheço como gente, sempre fui diferente de todos os demais meninos, mais meigo, mais organizado, mais solícito e mais requintado. Sempre sonhei em ter uma vida própria e próspera, ao lado de alguém especial e poder estender a mão àqueles que precisam.
E então, depois de muito tempo e sem esperar nada ele me encontrou como num passe de mágica. Não entendi o que estava sentindo e nem ele, mas depois eu compreendi e então que descobri o quanto o preconceito (maldade) das pessoas pode atrapalhar a relação entre duas almas que se amam. Mas como falei anteriormente, o que vem de Deus, permanece intacto, apesar das inúmeras interferências. E tem sido assim, até que pensei que as coisas voltariam ao seu eixo, quando sou surpreendido pela notícia de mais uma "traição" e novamente ficamos afastados pelo corpo, mas nunca pela alma. Não vou dizer que sinto raiva, vontade de xingar, brigar, gritar, dizer mil e um desaforos e as vezes até retribuir toda maldade que fizeram conosco. Porém, tenho aprendido a perdoar e sempre querer o melhor àqueles que de certa forma "prejudicaram" minha caminhada.
Enfim, apesar de todos os obstáculos, ainda acredito na vitória, não só minha, mas nossa e na nossa prosperidade, felicidade e bênção dos céus. E eles, malditos ou inocentes?
¿Beijos!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

#234 - Retrospectiva 2016

É a primeira vez que faço algo do gênero e confesso que esse ano foi um dos mais atribulados em toda a minha vida, com altos e baixos que deixaram marcas profundas em minh' alma e que por duas vezes pensei que fosse sucumbir, diante das perdas que eu tive.
A começar pelo fim do ano anterior e primeiro deste, o último em que estive com minha mãe e minha amiga /Valdinea Marins/.
E apesar de estar com o coração partido por ter descoberto mais uma traição (de alguém que eu amava e que jurou o mesmo por mim) para colecionar, o ano começou bem, com um bom emprego, "boas pessoas", visita de alguns parentes do PR e mais um convite para ser padrinho de casamento  de outro primo do PR. Apesar da descrença das pessoas de lá, em relação a minha presença (haja vista esse ser o 4º convite), fui e em meio a todos os obstáculos que surgiram consegui chegar lá. Foi muito bom rever toda a família!
Também foi o ano em que recebi vários "sinais" para não desistir do meu grande sonho e ainda que sendo "espremido" pela vida, segui em frente.
Tive o prazer de ir ao cinema (Snoopy & Charlie Brown - Peanuts, O Filme), pela última vez com a minha amada sobrinha antes dela ir morar na Espanha, com minha irmã e cunhado, decisão essa que foi a melhor que eles tiveram. Aliás, com isso eles puderam proporcionar o melhor presente que minha mãe pôde receber, quando viajou para alguns países do "Mundo Velho" e mais uma vez viu o Papa Francisco de perto (a primeira foi na JMJ), em Roma.
Não fiz novas amizades, até porque esse termo (assim como a palavra "amor") é muito complexo e são raros os que compreendem o real sentido da palavra. Algumas amizades se mostraram mais fortes enquanto outras demonstraram-se frágeis diante das intempéries que a vida nos impõe.
As terapias com as psicólogas foram essenciais para que eu não sucumbisse de vez e agradeço a Sigmund Freud por ter dado o ponta pé inicial para esses grandes profissionais, em especial às dras. Clécia Campanha e Danielle Alves.
E mais uma festa temática (Festa Ploc no CaFofo) foi realizada, graças a ajuda dos amigos Márcio e Leylane, sem a qual a festa não teria tido tanta graça.
Sobre sentimentos, sei o que significa (na essência) a palavra "amor", pois ainda amo como poucos amam e mais do que nunca sei o significado da palavra "saudade" e esse ano ela se tornou minha amiga inseparável.
Quanto mais vivo nessa cidade, menos vontade tenho de ficar nela. Eu e muitos cariocas fomos surpreendidos com a saída do dial carioca da Rádio Cidade 102,9 FM, deixando-nos com nenhuma opção do gênero, mais uma vez. Mas a rádio Antena 1 103,7 FM voltou para ser mais uma opção à JB FM 99,9 e outras do gênero.
Finalmente fui convidado a sair da Fry's Burger, numa época em que realmente precisava colocar "a cabeça" em ordem.
Alguns sonhos foram realizados, como a reforma do CaFofo, visita aos meus tios de Jacareí (com o velho), viagem para São Paulo, Santos e Paraná para rever amigos e parentes a colocação de dois brinquinhos em minha orelha.
Voltei a frequentar algumas festas/ choppadas em Seropédica, reafirmando a minha disposição para a farra e ainda assim acordar no dia seguinte disposto. E a pedido de um amigo, foi feito o terceiro furinho na orelha, assim como na dele, mostrando que não somos iguais a maioria, mas temos mais em comum do que ele mesmo quer aceitar. Esse ano foi o ano de visita ao Spoleto durante os 12 meses e consegui juntar mais 12 dólares com o Gnocchi da Fortuna, para a realização de nosso sonho.
E para manter a tradição, Árvore de Natal, Cartão de Natal e Cartão de Natal Virtual, mensagens para todos e o Ano Novo desejando bons fluídos, porque esse foi de lascar.
Espero que 2017 traga boas novas e que Deus tenha piedade de nós, porque ainda está sendo um período difícil.
¿Beijos!