sexta-feira, 29 de julho de 2022

#283 - Abaixo a maldade!

Nada como o amadurecimento para repensarmos nossos conceitos e melhorarmos como pessoa.
Foram 10 horas de aprendizado, numa Expo LGBT+ em que, independentemente da sigla (da qual eu não concordo com o excesso de letras), refleti bastante sobre os movimentos dos ditos "minoritários".
Algumas das pautas dos movimentos diversos país afora, sou totalmente contra, mas hei de concordar com uma coisa: enquanto vivermos num mundo tão cheio de preconceitos, racismo e todo o tipo de sentimento segregador, sim, os movimentos têm que continuar vivos, até que as pessoas se vejam como iguais. Pois, se assim for e os movimentos continuarem, o que observaremos vai ser uma inversão de posições.
Que tenhamos mais tolerância e paciência com o próximo, que respeitemos as posições de cada um, lembrando que cada um é responsável por seus atos e que as pessoas se conscientizem em melhorar cada vez mais.
Sim, já sofri todo o tipo de preconceito e sofro até hoje, de forma velada, por ser gay, por ser pobre e não abaixarei a cabeça por conta disso, nem para a minha família. Mas também não vou entrar em guerra ou conflito, pois o meu coração está em Paz.

¿Beijos!

sexta-feira, 15 de julho de 2022

#282 - Amigo... Uma distorção da realidade

 

Uma mania brasileira, mas em especial do carioca que eu não consigo entender é a mania de tratar as pessoas como "amigas". É amigo pra cá, amigo pra lá etc. sem perceberem que usam de forma incorreta o termo. Aliás, impróprio é o termo mais apropriado  de se dizer. Isso porque não, as pessoas não são amigas, não conhecem a vida do outro, não têm interesse em tal a não ser para fazer fuxico e geralmente só procuram quando precisam de algo. Assim como as redes sociais iludem quando alguém tem "tantos seguidores", o número em si não corresponde à quantidade de pessoas que são amigas de fato.
Aliás, por falar em amizade, lembre da solidariedade... sim! As pessoas com mais "fama" geralmente tendem a receber mais solidariedade por pessoas que sequer ajudam o próprio vizinho, parente ou "amigo". Talvez as pessoas estejam vivendo num momento de tamanha solidão que, o fato de falarem a palavra "amigo" deve confortá-las de alguma maneira.
Tenho evitado muito o uso desse termo, porque os meus atos dizem mais do que a palavra em si e receio de querer cobrar das pessoas o que elas não podem me proporcionar.
Ao fazer um curso para guia de turismo, deparei-me com um sistema híbrido onde as aulas eram on line e/ou presenciais. Confesso que, ao assistir as aulas de forma presencial ou participar dos momentos de visita externa, achei que fosse fazer novas e boas amizades. Engano o meu em achar que a coisa é tão simples assim. Estou numa nova tentativa,  num curso de extensão e vamos ver no que vai dar, desta vez. Por enquanto, nada mudou...
¿Abraços!