terça-feira, 29 de dezembro de 2020

#271 - A teimosia que intoxica


Assistindo ao programa "Pesadelo na Cozinha", transmitido pela TV Bandeirantes, pelo chef Erick Jacquin, percebi uma realidade que poderia ser tida como ficção para atrair IBOPE, mas que por eu ter convivido com pessoas assim, sei que é a pura realidade. 
Algumas pessoas são demasiadamente "cabeça dura" e pela minha experiência e por 2 programas que assisti (mas que não se trata de regra) e isso se encaixa principalmente aos homens do N e NE do Brasil, cujo grau de instrução não passa do Ensino Médio (antigo ginásio), mas que se acham os donos da verdade, da sabedoria e de todo conhecimento do mundo, inclusive agredindo verbalmente suas mulheres. 
E com a ajuda do chef, numa situação que eu já vivi na pele, em que o mesmo aconselhava o proprietário para melhoria do serviço/ postura etc., os "donos da verdade" não mudavam de ideia quanto ao seu posicionamento. E é assim parte das pessoas, arrogantes e intocáveis naquilo que acham certo, ainda que sejam confrontadas com a verdade.
Com isso, chego a conclusão da maioria dos relacionamentos serem tão "tóxicos". Nesses casos e em muitas outros, sempre há aquele companheiro(a) que sofre calado(a) no canto, muitas vezes até "gritando" o mal que ocorre, mas sem êxito, pois o orgulho daquele que intoxica não permite que se enxergue o grande erro que se sucede ao mal presente.
A grande questão é... o que nos faz prender a esse tipo de relacionamento tão nefasto e que nos diminui dia-a-dia?
Quando se fala de amor próprio é baseado nesse tipo de relacionamento. Não devemos lutar contra aquilo que não nos faz bem, ao contrário. Se alguém não quer estar ao seu lado, simplesmente se afaste, busque o que te faz feliz e viva feliz. Por mais que precisemos de alguém do nosso lado, para nos completar, não podemos deixar que essa união nos prejudique de forma alguma ou nos deixe infeliz.
Se alguém ou algo te faz infeliz ou não te deixa feliz plenamente, simplesmente... suma!
¿Beijos!

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

#270 - Como enlouquecer alguém com poucos atos

Em algum post anterior, comentei sobre a relação minha com a minha mãe e provavelmente sobre o stress dela com o meu pai, por culpa do alcoolismo e da desordem dele na casa.
Não é preciso ser organizado para entender que a rotina doméstica é cansativa, quando se tem que lavar, cozinhar, limpar, organizar. E para piorar essa rotina, basta uma "pitada" diária de desorganização e  sujeita, fazendo com que a tarefa contrária seja repetida, pelo menos, mais uma vez, ao dia.
E era assim com a minha mãe, brigando "diariamente" com meu pai e quando pequeno, não entendi. Ao morar só, com ele, comecei a compreender e depois de sair de casa, para dar lugar à volta de minha mãe e após o infarto dela, ficou mais claro o quão stressante é você tentar manter o equilíbrio num lugar com alguém desiquilibrado.
Abaixo, seguirei com as observações, sendo que as imagens serão colocadas ao final, num link específico:

No Jardim
1. Coloque resíduos de legumes por cima das plantas, ao invés de misturá-los à terra para criar o "adubamento" e não aceite opinião contrária.

Na Sala
1. Chegue em casa, deixe a porta aberta e escancarada e o sapato do lado de fora, sem preocupar-se com Sol ou chuva;
2. Em dia de chuva, coloque o tapete pendurado (e ao avesso) e entre com os pés molhados;
3. Venha com inúmeros lenços de papéis, misture-os com dinheiro, chaves etc., sem dar importância à higiene pessoal e largue tudo em cima da mesa, lugar onde deveríamos fazer as refeições;
4. Faça do sofá a sua cama e marque território, deixando evidente que assistir a TV na sala não é uma opção, e muito menos receber visita em casa;
5. Não se desfaça do telefone fixo, mas o deixe tocar, pois haverá alguém que irá atendê-lo, mesmo que esteja diante de você (o aparelho);
6. Ao chegar, ao acordar para ir trabalhar, ligue a televisão e vá fazer o que tiver que ser feito, inclusive tomar banho de chuveiro quente, pelo tempo que for e a mantenha ligada, assim como as lâmpadas de todos os cômodos;
7. Ao sair ou chegar em casa, deixe os vidros das portas abertos, sem preocupação alguma.

No Quarto
1. No cabideiro de roupas e chapéus, pendure os sapatos, junto com bonés, chapéus etc.;
2. Ainda sobre os sapatos, os coloque na frente da janela, de qualquer maneira, inclusive com ela fechada ou entre aberta, mas jamais os guarde em local apropriado;
3. Traga sapatos da rua, de tamanho inferior ao seu pé e deixe lá...;
4. Deixe as cuecas largadas, ao invés de guardá-las na gaveta do armário;
5. Além disso, pendure as camisas nas chaves das portas do armário, mesmo tendo espaço de sobra dentro de dois;
6. Largue os cabides vazios, jogados numa cadeira de canto ou dentro do armário, mas jamais nas araras, feitas para esse fim;
7. Use chinelos rasgados, como se não tivesse condições de comprar um par de novos.

No Banheiro
1. Chegue embriagado, como todos os dias, faça o que tiver que fazer e... deixe o resto para alguém limpe por você;
2. Vá tomar banho, e feche parcialmente a janela (e a mantenha assim), assim como se fecha as demais janelas da casa, porta etc.
3. Use o box a vontade, pendure os tapetes de chão no mesmo lugar em que se pendura as toalhas de banho, pendure as camisas lavadas, máscaras, cuecas,  meias, escova de dentes etc., ocupando todo o espaço não reservado a tal;
4. Todos os dias, tire as toalhas/ panos que cobrem o ralo e deixe destampado para facilitar a entrada de insetos;
5. Compre e abra inúmeros sabonetes, antes mesmo de terminar de usar um e tenha o box cheio de sabonetes abertos, pela metade;
6. Ao sair, ao invés de secar-se com a toalha de banho, use a toalha de rosto, em total desleixo com quem quer que venha visitar a casa;
7. Use o chuveirinho (ducha higiênica) para lavar as mãos e boca, molhar o banheiro do lado de fora, diminuindo assim, a vida útil do cimento para rejunte e do piso que não foi feito para tal;
8. Compre várias garrafas de álcool, desnecessariamente, por só ouvir quem não deve ser ouvido;
9. Apesar de não ter criança em casa, trave o borrifador toda a vez que for usar.

Na Cozinha
1. Chegue em casa e largue todas as compras no chão, pois alguém vai guardá-las;
2. Deixe os sacos de supermercados, vazios, jogados no chão;
3. Mesmo com sanduicheira, faça o pão na leiteira da água do chá que vai ser cozido;
4. Cubra os copos com papel alumínio e deixe-os largados em cima do micro-ondas ou em cima da mesa, após o uso;
5. Use o micro-ondas e largue a porta, sempre aberta, após o uso;
6. Junte as embalagens de recicláveis sobre a pia, ao invés de jogar no lixo reciclável;
7. Jogue as louças de qualquer maneira, na cuba da pia, assim como o resto de comida dentro, por fora, em todos os cantos, mantenha a lixeira semi aberta ou aberta, os talheres sujos em cima da pia ao invés da cuba, use o pano de limpeza para limpar e deixe-o sujo no canto;
8. Ao lavar os talheres e louças, coloque de qualquer maneira no escorredor, os garfos e colheres apontados para baixo e a faca para cima, os talheres grandes numa abertura pequena e os menores nas maiores, além de colocar os sujos junto com os limpos;
9. Deixe a pia suja, com restos de comida, caldos, molhos ou pedaços de frutas... as moscas, formigas, baratas e ratos, agradecem!
10. Ao tentar lavar a louça, coloque de qualquer maneira no secador, sem o menor cuidado para apoiar os objetos, um acima do outro;
11. Use, diariamente, a sanduicheira e deixe-a sobre a pia, semi aberta;
12. Use a lixeirinha da pia e a deixe sempre aberta, para atrair moscas, baratas, formigas e ratos;
13. Forre a mesma lixeirinha com sacos menores ou maiores que o diâmetro da mesma;
14. Chegue embriagado, coloque pote de parafusos na geladeira, entre outros objetos;
15. Não largue da preguiça e coloque a comida dentro da sacola, na geladeira, mesmo não sendo recomendado tal ato;
16. Compre certos alimentos em EXCESSO principalmente quando estão em promoção: pão, tomate, banana, cerveja, água, cocô etc., jamais interessando-se pelo que os outros membros da casa vão querer.
17. Cubra, de forma incorreta, com papel alumínio, as frutas cortadas e as coloque na geladeira;
18. Não feche a queijeira (assim como qualquer outro recipiente) de forma correta;
19. Deixe cair resto de comida no chão, no jogo americano, na tampa de aquecimento etc. As moscas, formigas, baratas e ratos, agradecem;
20. Use papel com gordura como forro para acondicionar frutas e afins, sem a preocupação de guardar em lugar limpo;
21. Encha o prato de comida, de forma exagerada, por preguiça de usar um talher e colocar somente aquilo que se vai comer;
22. O pedaço de carne que sobrar, lave-o e seque no pano de prato limpo, para guardar na geladeira;
23. Deixar o prato de comida dentro do forno de micro-ondas, de um dia para o outro.

Na Área
1. Coloque roupas brancas e coloridas num mesmo balde/ bacia, ignorando o fato de que as roupas devem ser lavadas de forma separada;
2. Pendure cuecas, meias e afins de qualquer forma, na corda, sem o menor cuidado com a higiene;
3. Ao jogar lixo na lixeira (quando o faz), não se importe de amassar as latas e garrafas ou qualquer outra embalagem, a fim de compactar melhor a quantidade de lixo.



Fora os detalhes acima enumerados: que tal se achar "dono da razão", fazer as coisas erradas e ainda assim, não aceitar críticas corretivas; chegar em casa sem falar nada e sair na mesma condição; esconder tudo que se passa da família, como se estivesse lidando com inimigos; não ter limite no uso da coisa do outro (toalha, escova de dentes, garrafa de água etc.); "remendar" a casa ao invés de contratar serviço para a correção/ manutenção necessária, por não querer pagar um profissional; ser buscado por muitos anos, nos botequins, por não chegar em casa em horário apropriado e largar mulher e filhos; não comprar o necessário para alimentação, sob o pretexto de "estar caro" ou "não estar na promoção", trazer coisas velhas da rua; não querer se desfazer de coisas quebradas/ velhas, entre outros péssimos hábitos que, com tantos anos de casado, não quis desfazer-se.
Se for uma pessoa sã, limpa e organizada e não enlouquecer, parabéns!
¿Beijos!





sábado, 12 de dezembro de 2020

#269 - Quem tudo tem, nada leva!

 

Fico impressionado com a quantidade de gente que, por arrogância, alter ego e sentimentos afins, se acham acima de tudo e de todos e até mesmo de Deus. Percebo, nestas pessoas um imenso vazio existencial, intelectual (ainda que sejam boas em suas respectivas áreas, ficam limitadas a essas) e afetiva, principalmente por parte delas.
São títulos, salários, status e toda uma parafernália de coisas que supões às pessoas que elas sejam superiores em relação as demais e até mesmo a Deus.
E digo isso com base nos relacionamentos que tenho com as pessoas, onde observo sentimentos de apatia, preconceito, soberba, discriminação etc.
Vejo nessas pessoas uma frustração não curada além da limitação intelectual que a trazem a tona todo tipo de sentimento narcisista e que me fazem questionar o motivo de eu ainda conviver com esse tipo de gente.
Obviamente, há inúmeros fatores, inclusive o financeiro, quando se depende dessas para o próprio sustento ou mesmo quando conhecemos "mais a fundo" depois de algum tempo e o desvencilhamento deve ser feito de forma gradual. Mas... e quando se livra dessas pessoas...!? Ficam muito poucos com quem possa compartilhar algo. Se bem que, com esses, não há o que compartilhar, a não ser "fazer ouvido de mercador". Esse é um dos motivos de minha solidão. Desde muito cedo, nunca consegui conviver com gente cujo desinteresse pelo conhecimento, de forma ampla, atrapalha qualquer tipo de diálogo. Talvez por isso, a internet e as redes sociais estejam tão famosas hoje em dia. Para que assunto?
¿Beijos!

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

#268 - Sem Garantias...

Arrumando o quarto e reorganizando os objetos de viagens e que ganho das pessoas, resolvi tirar de vista aqueles que não fazem mais sentido, como as lembranças de cidades que nunca visitei. Em relação a estas, passou a ser uma meta conhecer cada uma delas. Porém, uma dessas lembranças me chamou a atenção - um sabonete com a inscrição: "Você é um amigo(a) maravilhoso!!!"
E foi aí que comecei a pensar no que sou para as pessoas e o que elas são para mim. Deixo claro que, o fato de refletir sobre minhas atitudes em relação às pessoas e vice versa, não me faz mudar minha essência e nem de arrepender-me do que fiz.
Porém, não pude deixar de lembrar no quanto perdi financeiramente, emocionalmente etc. com as inúmeras "amizades" que passaram pela minha vida. 
Desde que me conheço por gente, nunca gostei da ideia de ficar só, mas nunca fui de "correr atrás das pessoas". Todavia, sempre fui uma pessoa generosa com todos. A quem me pedia ajuda, raramente dizia não e me esforçava ao máximo para auxiliar e/ou ajudar a quem me pedisse, da melhor forma possível. E foram muitos os sacrifícios sem que visse a "contrapartida" dos meus feitos.
Em algum post anterior, já havia manifestado o meu desejo de ter um amigO, mas nem tudo que fiz pelos outros teve, exclusivamente, essa intenção.
O tempo foi passando, quase meio século nas minhas costas e ainda me vejo só, com uma amiga (genuína) e outras que, numa escala de 0 a 10, as classificaria entre 5 e 7. Porém, nenhuma delas consegue tirar de mim essa tal da solidão, por inúmeros motivos, sendo que alguns não controláveis.
"Fazer o bem, sem olhar a quem"; "...que eu possa mais amar, que ser amado..." e tantas outras frases filosóficas e de certa forma, com muito sentido, mas que ainda são distantes para quem ainda está em evolução. Não há garantias, somente a do Céu.
¿Beijos!

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

#267 - Quando um não quer...

São inúmeros os casos de pessoas que perdem a chance de serem felizes com outra, por conta de orgulho e falta de coragem de assumir um sentimento tão nobre.
Já é sabido que "a felicidade não pertence a este mundo", entretanto é contraditório quando entendemos que fomos criados para sermos felizes. O grande "x" da questão é que devemos por natureza ser felizes conosco, a cada dia que passa, sem por e nem impor essa responsabilidade em outra pessoa ou nas coisas que adquirimos, ainda que essa pessoa nos complete. Missão nada fácil para quem ama e é apaixonado por alguém que nos preenche. E não há crime nisso, ao contrário.
Mas hão vários "porém" que impedem uma pessoa ou um casal de serem felizes, chamados sentimentos contraditórios. E estes podem ser: medo, indiferença, ignorância, egocentrismo e todo aquele relacionado a uma ou ambas as partes, que impedem de do relacionamento avançar.
E é impressionante como atitudes simples são ignoradas pelas pessoas, que deixam sentimentos ruins ocuparem o lugar do mais nobre dos sentimentos: o amor.
Com ponderação, todos podemos evitar sofrimentos desnecessários de todos os lados. Escrito em 07/2015, é mais atual do que nunca.
¿Beijos!

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

#266 - Amigos ou Inimigos?

Amigo
adjetivo
1. que ama, que demonstra afeto, amizade.

Inimigo
adjetivo
1que se encontra em oposição, se mostra hostil; contrário, funesto, adverso.

Quando eu penso nos amigos de infância e adolescência, tenho poucas lembranças e nem todas tão boas ou duradouras. Minha infância até os 5 anos, foi praticamente em casa, com festinhas de aniversário e crianças da vizinhança, mas sem lembranças de algum amiguinho para compartilhar as brincadeiras. Após os 5 anos, com a chegada de minha irmã, passei parte do tempo ajudando a cuidar dela, mas ao contrário do que esperava, não ganhei uma amiga, pelo contrário.
Voltando à adolescência, tive muitos inimigos (em sua maioria, rapazes), ainda que tentasse encaixar-me em algum grupo, sempre havia alguém "do contra". Desde que me lembre por gente, sempre desejei ter um "amigo-irmão" e até admirava quem tinha sempre um(a) amigo(a) a "tiracolo". Não pensava em namorado ou coisa do tipo, apenas no amigo com quem pudesse compartilhar os momentos de alegrias e tristezas.
E o tempo foi passando e os poucos amigos que tive eram "de fase". Fosse no colégio, no trabalho, no curso ou afins, eram pessoas que, após aquele período, seguiam suas vidas no mundo e toda aquela badalação e festejos se perdiam como o vento.
E com o tempo, percebi que alguns "amigos" de adolescência nunca foram amigos, haja vista que ao afastarem-se mostraram quem realmente eram... ou de fato eram só amizades de temporada.
Mas não quero aqui dizer que não tiveram pessoas que não gostaram de mim. Mas... por um motivo ou outro, foram "roubadas" de mim.
Quem usa de meios "obscuros" para ajudar quem não pede ajuda, não é amigo; quem torce contra aquilo que você conquista, não é amigo; quem inveja o seu sucesso, não é seu amigo; quem se aproxima de ti só para usufruir do que você tem, não é seu amigo etc.
Nesse quesito, posso dizer que tenho inimigos desde o seio familiar (mãe, pai, irmã), até os ditos "de infância". Pessoas que agiram indevidamente, de alguma forma (como listado anteriormente) e outras que me odiaram só em conhecer-me e fizeram de tudo e mais um pouco para prejudicar-me, inclusive no âmbito físico e moral.
Mas o pior é uma mania do povo carioca em chamar todos de "amigo", sem menor sentido.
Não posso negar que tenho uma(s) amiga(s) que gostam muito de mim, mas como falei anteriormente e sem querer ofender ninguém, rapazes gostam de sinuca, carros, jogos, aventuras etc., atividades que mulheres preferem abster-se.
Continuo gostando das pessoas e continuo com este meu sonho "utópico", ainda que acredite que fui "uma bênção" na vida passada e que tudo isso é aprendizado.
O jeito é viver e seguir e acreditar que, ainda nessa vida terrestre, consiga concretizar esse sonho e que não seja muito tarde.
¿Abraços!, porque ¿Beijos! é muito íntimo.

sexta-feira, 13 de novembro de 2020

#265 - O Anticristo no comando

O nosso atual presidente, como observado por mim e por inúmeros especialistas nas áreas médica/ psicológica/ psiquiátrica, possui traços que podem apontar para um transtorno de personalidade narcísica, característica psiquiátrica que se manifesta pelo egocentrismo, ciúme e inveja, além da sua arrogância, preconceito, falta de empatia e necessidade de criar inimigos. E todas essas características o tornam um homem mal, pervertido e que põe em risco diversas classes da sociedade, assim como da natureza. Sem contar a sua limitação intelectual, ausência de vontade de aprender e de ouvir outras pessoas que não sejam de sua laia.

E o pior de tudo é que seus apoiadores têm uma ou mais características do atual mandatário, o que mostra o quão moralmente falido estamos como nação, independente da classe social. Se o PT em seus mais de 10 anos de governo, conseguiu construir uma divisão entre as pessoas, o atual presidente acaba de concretizar esse feito, que ao invés de trazer paz às pessoas, estimula para que haja mais briga e destruição entre elas. Por tais motivos, não faço questão de ter ao lado, pessoas que pensem como ele, pois representam um perigo não só para mim, como para toda a sociedade.

Características do atual presidente e seus seguidores:

- Ignorante
- Invejoso
- Arrogante
- Preconceituoso
- Apático
- Perverso
- Egocêntrico
- Desarmônico
- Mentiroso

¿Adeus!

 

domingo, 1 de novembro de 2020

#264 - Espelho, espelho meu...

A Internet e as Redes Sociais vieram para ficar e trouxeram consigo o que há de melhor e o de pior das pessoas. E o pior, além das mentiras, piadas de gosto duvidoso e um conhecimento baseado no achismo absoluto, está uma exibição exagerada, confundida com autoestima e muita auto piedade. No que diz respeito a exibição, confundida com a autoestima (que não é ruim quando saudável e não excessivo), percebo uma perda do bom senso e uma "disputa" pela melhor pose, melhor clique ou até mesmo certas "provocações" num ímpeto para chamar a atenção da sociedade, de forma desesperada e desnecessária.
E nessa auto exibição, muitos procuram disputar os holofotes para si, sem pensarem que tudo isso é efêmero. Vale uma foto em qualquer lugar extraordinário, mas se acham melhores do que o próprio lugar, a cultura, as grandes obras de arte, a ciência e até mesmo a natureza. Tudo para uma "selfie perfeita", desde que ela seja o destaque da foto e tenha bastante "seguidores". E no caso das pessoas apelativas, vale lamuriar do problema que está tendo até mesmo lembrar da data de aniversário, tudo para não serem ignoradas e em algumas vezes, fazem questão até de enaltecer suas qualidades e felicidades que na verdade não existem.
Tenho ciência de que muitas vezes, tais atos escondem problemas de cunho psicológico, como depressão, por exemplo e servem para "amenizar" o stress do cotidiano, seja ele o ramo que for. Eu mesmo, tenho usado as minhas trilhas para desestressar dos problemas do dia-a-dia. Todavia, nunca usaria de minha imagem (ainda que fosse bonito) para enaltecer-me, sabendo que o que há a minha volta tem um valor muito maior do que eu.
¿Beijos!

sexta-feira, 25 de setembro de 2020

#263 - Superar-se é preciso!


A cada dia que passa, torna-se mais difícil encontrar alguém com um mínimo de equilíbrio, diante de um mundo tão conturbado e que cobra das pessoas algo que elas não são. E eu já venho percebido isso não só com as quem procuro um relacionamento, mas com outras pessoas que não conseguem ter uma vida sociável normal, sem atritos e com inúmeros conflitos internos.
E de quem é a culpa por esse "desiquilíbrio"? Arrisco-me a dizer que a criação que a maioria teve (e ainda tem) contribuiu (e contribui) com esse desiquilíbrio, onde a submissão e a falta de incentivo para o questionamento ajudam as pessoas a terem a autoestima muito baixa ou nula.Além do mais, essa sociedade patriarcal, machista, homofóbica e racista sempre impôs a sua vontade de forma soberana  e desrespeitosa em relação aos demais.Hoje, encontro pessoas com a autoestima no limo, outras que se mascaram para não revelarem o que sentem, o que querem e o que são, trazendo um desiquilíbrio emocional muito grande.E não bastasse toda essa repreensão, há um ódio explícito daqueles que não aceitam a diversidade e outros que se prestam a "seguir" aqueles que condenam só para tecer críticas em cima de críticas, sem ajudar em nada.E infelizmente, esse tipo de desiquilíbrio "acaba" com pessoas boníssimas e que fariam toda a diferença no mundo.Enquanto essas pessoas não tomarem as rédeas de sua própria vida, viveremos em meio a uma sociedade majoritariamente doente.

¿Abraços!

quinta-feira, 3 de setembro de 2020

#262 - O poder da carência

Não culpo as pessoas que cometem loucuras por conta da solidão. Afinal, quem nasceu para ficar sozinho? E pensando nisso, lembrei-me das pessoas que fizeram diferença no mundo, que serviram ao próximo, que estavam cercado de admiradores, mas sós em seu íntimo.
Mas deixando essas pessoas de lado, no atual contexto, a solidão nos faz cometer loucuras que por vezes afetam a nós mesmo. Já tive raiva de mim pelas vezes que deixei-me levar pela solidão, prejudicando-me inclusive  no campo financeiro e sentimental. Daí eu pego como exemplo os aplicativos de encontros (que hoje, estão mais em alta do que nunca), cuja experiência vai servir de base para esse post. Tenho vários conhecidos que usam esse tipo de recurso, em parte para encontrar o "amor da vida" ou somente sexo sem compromisso. Sinceramente, é algo que me cansou, tanto um quanto outro, pois percebi que quero ter alguém do meu lado, mas alguém que me complemente, que seja companheiro e não que seja um fardo. E o que vejo, há muito tempo, são pessoas que querem um relacionamento com base no conforto e bem material e não pela pessoa com quem está do lado.
Posso dizer que há muito tempo não "saio" com alguém e de início, foi difícil ficar sem satisfazer-me fisiologicamente e não sinto vontade de agir como agia quando me descobri. É um processo difícil e demorado mas vale a pena ter alguém que valha a pena para evoluir junto.
Até quando estarei só comigo?
¿Beijos!

segunda-feira, 10 de agosto de 2020

#261 - Sobre ser Pai...


Por que não quis ser pai? Ao contrário do que muitos pensam, a minha sexualidade nada teve a ver com a opção de ser ou não ser pai, mas pesou a responsabilidade e a preocupação do que é criar um filho: provê-lo de uma boa educação, oportunidades e muito amor, além da proteção através de vasto ensinamento de sobrevivência nesse mundo de provas e expiações, em transição.
Todavia, faltou-me a estabilidade:  tanto no campo financeiro quanto no afetivo, que considero fatores essenciais para uma boa criação.
Ainda assim, poderia ter sido um excelente padrinho, não tivessem dado-me essa oportunidade somente para constar nos anais da história, negando-me exercer tão sublime função.
Frustrado? Não! Sou uma pessoa feliz e ainda tenho muito amor para distribuir com quem quiser estar ao meu lado e não faltará para um futuro "herdeiro", quem sabe...!?
Porém, diante de tal perspectiva, e percebendo que ainda me vejo passando por terríveis provas (que servem para meu crescimento espiritual e moral), só tenho a seguir meu caminho, tentando ser uma pessoa melhor, buscando inspiração no nosso Irmão Maior e acreditando num amanhã melhor.
¿Beijos!

segunda-feira, 29 de junho de 2020

#260 - Mais Respeito, Por Favor!

O uso da máscara facial não é uma questão de "incômodo" ou "estética". Para o atual momento em que o mundo está passando, o uso de tal acessório reflete em algo que muita gente não tem o costume de lidar, que se trata de: RESPEITO. O mundo passa por um momento muito grave de crise pandêmica e vejo que ainda tem muita gente ignorando o fato de que há um agente infectante no ar. E em contato com algumas dessas pessoas, a maioria das alegações são de que, pelo fato de já terem tido a doença, elas se acham na desobrigação do uso da máscara, ignorando até a informação de que estas passam a ser agentes infectantes.
Percebe-se aí, que a ignorância não se dá pelo fato das pessoas não terem informações (porque há sim, muita informação), mas pelo fato delas ignorarem o mal que podem fazer ao próximo e mais ainda, demonstrarem a apatia e falta de respeito para com o próximo.
E esse sentimento apático (que venho percebendo com bastante frequência), é notório quando passo por alguém sem máscara e esta me olha com cara de "desprezo". E tal acontecimento se dá com gente de todo o tipo: homens, mulheres, novos, velhos, de toda classe social...
Ou seja, a falta de respeito e amor ao próximo ainda são uma constante entre essas pessoas, o que só mostra que a evolução do mundo ainda demorará bastante, haja vista que o sentimento egoísta, egocêntrico, individualista e exclusivista atrasam na melhoria do mundo. ¿Abraços!

segunda-feira, 22 de junho de 2020

#259 - Sentes falta?

A perda de um familiar é algo bastante doloroso, principalmente para quem se importa com a instituição "família".
Certa vez, um ex-amigo perguntou-me se eu sentiria falta de minha mãe e eu respondi que não, mas que sentiria falta dele. E o motivo para uma resposta, que parece tão seca, deu-se pelo fato de minha mãe ter provocado o nosso afastamento, por seu temperamento e personalidade oposta a minha. Ao que soube, o temperamento dela sempre foi explosivo, aliado ao grande stress que ela tinha com meu pai, que irrita qualquer pessoa. Aliás, quanto mais distante é o nível intelectual das pessoas, mais difícil é a convivência entre elas. Mas haviam outros motivos que fizeram com que ela se afastasse de mim e o principal deles foi a "minha independência intelectual". Sempre soube o que queria da vida e isso a incomodava desde muito novo, pois ela queria um filho médico ou engenheiro, sem nunca ter conversado ou consultado-me a respeito. A imposição sobre o que tinha que fazer, vestir, sair, relacionar etc. era demais e a minha personalidade pedia liberdade para ser quem eu era. Cheguei a fazer uma tomografia computadorizada (muito cara na época, assim como hoje), só para detectar alguma anomalia em mim, dita diversas vezes pelo meu tio. Mas o pior foi quando descobriu minha homossexualidade, coisa que ela não aceitava de jeito algum. E só foi piorando, dia-a-dia, até que... ela voltou a morar comigo e meu pai (estavam separados há anos, até que o segundo marido morreu) e minha vida virou um inferno, quando fui obrigado a sair de casa, em especial por eu estar feliz ao lado de alguém que me amava (também). Provavelmente, ela sabia de muita coisa, mas foi incapaz de dialogar comigo, deixando que eu chegasse a algumas conclusões tardiamente. Muita gente comentava de eu falar só na minha mãe e não em meu pai. E isso, provavelmente, se dava devido ao grande impacto sentimental que tínhamos um com o outro. Apesar dela amar-me como mãe, não aceitava minhas decisões e isso nos afastava.
No que diz respeito ao meu pai, o nosso convívio sempre foi neutro, ele nunca deu bola, todavia... a forma desleixada deve viver na casa irrita qualquer ser humano. E essa era uma das causas de tanto aborrecimento que minha mãe tinha, e não era exagero. Por sorte, oração e aprendizado, tenho evitado atritos, mas imagino como outra pessoa reagiria.
Do que sinto falta? Dos bons momentos, esse eu faço questão de lembrar com carinho. Os demais, são águas passadas.
¿Beijos!

sexta-feira, 5 de junho de 2020

#258 - Sobre a afetividade


Sou uma pessoa que gosta do afeto, da palavra amiga, do abraço, do sorriso de alegria, do choro da emoção... Para mim, a melhor descrição de afeto é a de um sentimento que uma pessoa tem por outra, pelos animais, pela natureza, pelo mundo.
Muita gente me classifica como: "chorão" ou associam (o que pode ser levado em consideração) ao fato de eu ter nascido sob a regência de Câncer, quando na verdade, lembro-me de sempre ter ficado (e ainda assim o sou) feliz ao ver um grupo de amigos reunidos, um casal enamorando, pessoas auxiliando umas as outras e afins...
Me emociona o amor, nas suas mais diversas nuances e formas de manifestações, mas me repudia aquele que destrata o próximo. Por isso sou contra todo tipo de violência, física ou moral. Não quero dizer que sou um Anjo, pois tenho meus momentos de fúria e de ficar com bronca dos outros, ainda que tenha ciência de que tais sentimentos são ruins para mim e por tal motivo, busco minimizá-los. Procuro lembrar-me ainda, que estamos numa fase de evolução e que nem todos estão na mesma faixa vibracional e é obrigação minha não deixar que a minha caia.
E sobre amizade, é muito bonito quando vemos nos filmes, roteirizados e com atores, distante da realidade da maioria, mas feito para emocionar, ainda assim, parte de uma população atrasada sentimentalmente. Entretanto, na televisão, há um programa cujos participantes têm uma amizade de um com o outro que chega a me trazer emoção. Falo dos jurados e apresentadora do MasterChef. Algo muito lindo de se ver. Tudo que queria para mim e que tenho fé, de um dia, ainda conseguir.
¿Beijos!

quarta-feira, 25 de março de 2020

#257 - #canseideserenganado

Durante anos acreditei em pessoas se ajudando mutuamente, casais felizes e um mundo harmonioso, ainda que tenha nascido e convivido numa família que constantemente convivia em "pé de guerra". E teve uma época em que desejava também ser pai, ter uma família e crescer feliz com uma esposa, até que descobri a minha verdadeira vocação. E não era de menos... não escolhi ser homossexual, apesar de tido um "empurrãozinho" de certo parente. Já o culpei por tal, mas agora penso que cedo ou tarde iria acabar descobrindo-me e o caráter vil dele continua o mesmo. 
Todavia, ainda que "diferente", continuo com a ideia de ter uma família, com meu companheiro do lado, construindo e ajudando àqueles que precisam. E desde então persisto na minha procura, seja ao vivo, seja por aplicativos e aí está a grande questão... As pessoas têm interesses nas outras e estão sempre pensando no próximo, que pode ser melhor do que o escolhido e então ficam nessa eterna solteirice. Enquanto não mudarem esse tipo de mentalidade e não derem oportunidade a si mesmos, não teremos casais nem famílias para mostrarmos ao mundo que sim, podemos ser felizes com iguais.
¿Abraços!

sábado, 21 de março de 2020

#256 - Quanto você gosta de mim?

Alguns julgam-me por ter um temperamento "estourado", quando na verdade trata-se de impaciência devido a tolerância aquém do que eu deveria suportar.
Sou o tipo de pessoa que fica feliz em poder ajudar o próximo e não nego ajuda quando me pedem. Apesar de ter nascido numa família conturbada, consegui assimilar valores que me fizeram refletir o meu papel no mundo, em relação às pessoas, aos animais, à natureza e ao universo no geral.
Todavia, sei de minhas limitações humanas, no que diz respeito aos sentimentos e na forma de administrá-los, principalmente quando deveria fazer das palavras de São Francisco de Assis, meus atos: "fazei que eu procure mais consolar do que ser consolado; Compreender do que ser compreendido; Amar que ser amado..."
Sei que algumas pessoas gostam de mim e que cada um tem o seu modo de gostar, mas é muito difícil quando estamos no olho do furacão e não sentimos a presença daqueles que amamos ao nosso lado.
E mais impaciente ainda, ando com o mundo virtual, aonde as pessoas nem sempre são o que dizem ou se acomodam na frente do seu dispositivo, deixando a preguiça imperar e elevando o convívio "virtual" a uma importância que jamais se viu.
E assim, as pessoas deixam de lado os sentimentos, e quando encontram alguém "legal", pensam que numa próxima rodada pode haver alguém melhor e assim deixam de lado algo que pode tornar-se um bom relacionamento. Enfim, tudo que eu peço é paciência, porque quem queira estar ao meu lado, está difícil.
¿Abraços!

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

#255 - Ter Razão ou Ser Feliz...!?

Cansei!
Chega uma fase de sua vida que você tem que tomar uma decisão: ter razão ou ser feliz. E depois de tanto dar soco em "ponta de faca" e de aceitar atitudes e comportamentos que não me fazem bem. Literalmente, estou "chutando o pau da barraca" e dando um "phoda-se" para tudo aquilo que não me agrada. Por muito tempo perdi meu tempo tentando agradar as pessoas mais do que devia (é um processo que estou desconstruindo aos poucos) e hoje eu tenho a consciência de que devo sim, auxiliar a quem precisa, mas não agradar e ficar descontente com isso.

Desde que conheço-me por gente, nunca tive a intensão de ser grosso quem quer que seja, no entanto, a recíproca nem sempre foi a mesma, por parte de parentes, colegas e até "amigos". Lembro-me das vezes que fui "expulso" da casa dos outros por não aceitar imposições que viessem a prejudicar-me. Recebi tanta gente na minha casa, gente essa que hoje vira as costas para mim. Morei sozinho e só uma pessoa me acolheu (por mera conveniência, por morar perto), não lembro da visita de um parente sequer. E até a pouco tenho acolhido as pessoas por medo da solidão, mas ainda assim, tenho ficado só e infeliz. Agora é minha vez de ser feliz, continuar a ser quem sou mas colocar limite no "ajudar ao próximo", pois há a diferença de quem precisa e quem não quer sair do lugar. A internet, ao mesmo tempo que aproximou muita gente, trouxe a tona pessoas que não querem nada mais do que saber um pouco mais da vida alheia, sem acrescentar nada. E por tal motivo, tenho excluído muita gente de minha principal rede social - Facebook e alguns ressurgem "revoltados" com tal atitude, mas com nada a acrescentar.
Vou ser feliz sim e o resto...
¿Beijos!